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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

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Você nunca soube ler minha entrelinhas ou decifrar meu versos.
Apagou todas as nossas lembras por engano enquanto em fingia adormecer pra te obrigar a ler meus desejos.
Mas, querido se não souber como me amar, devolva toda a expectativa que deixei com você, devolva meus sorrisos de fim de tarde e minhas meias frases soltas que deixo escapar pela manhã. Devolva tudo e de uma vez, não quero sentar aqui e esperar você bater na minha porta segurando um pedaço de nosso amor nas mãos, apagado e desbotado.
Não, nosso amor foi livre de mais pra se deixar quebrar com o tempo.

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4 comentários:

Erica Maria disse...

Tá lindo isso!

Tão bom te ver por aqui de novo!

Bjos no coração!

Diu Mota disse...

Mas se ele nunca soube senti-la de verdade, deixe sacramentar o fim e escreva um novo texto.

Abraço

Fernanda Zanol. disse...

Muito lindo. Amo tudo que tu escreve.

beeeijo =*

fernanda cozendey disse...

Uma saudade dessas palavras;
e a presença das moças, é claro.

É sempre bom retornar aqui.

Beijos, beijos.